Internado em um CTI, o pastor Wagner Almeida recebera o diagnóstico de “um tumor na parte frontal direita do cérebro”
O pastor Wagner Almeida, da igreja Assembleia de Deus do Campinho, no Rio de Janeiro (RJ), desde o ventre já tinha uma sentença de morte traçada. Quando sua mãe Marine Silva, ainda grávida dele, ia visitar na cadeia o marido, Valdécio de Almeida, todos diziam: “Olha aí, mais um bandido que estará aqui em breve. Porque filho de bandido bandidinho é”. Porém, os planos do Senhor para essa criança eram bem diferentes e nenhum deles seria frustrado. Wagner, de fato, foi parar naquele mesmo presídio, não como detento, mas como embaixador da maior e mais verdadeira liberdade: a Salvação em Cristo Jesus. Aquele que para o mundo e o Diabo já estava condenado a ser mais um dos presos naquele lugar, lá retornou para pôr inúmeros cativos em liberdade.






