Espalhando as brasas do altar de Deus pelo mundo
Meditemos na mensagem de Ezequiel 10.1-2. Diz a Palavra de Deus: “Depois olhei e eis que no firmamento, que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, com aspecto à semelhança de um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: ‘Vai por entre as rodas, até debaixo dos querubins, e enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins e espalha-as sobre a cidade’. E ele entrou à minha vista”.
O evangelho da autoajuda
Todos os seres humanos precisam de três tipos de ajuda, que se completam: a ajuda externa (parentes, amigos etc.), a ajuda interna (autoajuda) e a ajuda superna (ajuda divina)
Lembro-me de quando comecei a escrever, em 1993. Aos 23 anos, eu era presbítero na Assembleia de Deus em São Paulo e dava aulas de evangelismo na FAESP (Faculdade Evangélica de São Paulo), no Belenzinho. Naquela época, eu tinha muitos sonhos (projetos), mas nunca tinha passado pela minha cabeça de que pudesse, um dia, ser um escritor da CPAD. Acordei, então, numa madrugada com grande vontade de escrever um artigo a partir de uma apostila de evangelismo que havia preparado. Eu não tinha a menor pretensão de publicá-lo! E, até então, jamais tivera o sonho de ser escritor!
Hermenêuticas e pós-modernidade
Não podemos distorcer o significado de passagens da Bíblia a nosso bel prazer para acomodá-las a nossos pontos de vista e achar que o resultado disso é a verdade e a orientação de Deus para nossas vidas
Para que nós possamos compreender o que é aquilo que tem sido designado como “Hermenêutica Pós-moderna”, é preciso antes discorrermos, mesmo que sinteticamente, sobre a história da Hermenêutica Bíblica.
Fastio da Palavra de Deus
“Estamos vivenciando um dos momentos críticos que tem atingido várias igrejas locais. Infelizmente existe uma onda avassaladora que tem levado muitos cristãos a se afastarem dos cultos de ensino e da Escola Bíblica Dominical. Uns advogam que não tem tempo, outros declaram que só gosta de ir a cultos públicos, e assim cada um vai dizendo ou propagando o porquê de não ir aos cultos que fortalecem a vida do cristão. Quando observo a vida da recém-igreja em Jerusalém detenho-me com os textos que afirmam o prazer que eles nutriam em permanecer no templo e também nas casas com o objetivo de testemunharem do Evangelho transformador de Cristo e adorar Aquele que os salvou (Atos 2.46; 5.42).
Dilemas de Sião
A leitura recente de um texto do pensador Tzevan Todorov chamado “Os dilemas da memória” despertou algumas importantes considerações sobre essa dádiva maravilhosa de Deus. O autor fazia uma clara distinção entre o que comumente chamamos memória, incluindo no conceito até mesmo a condição técnica de um computador de armazenar dados, e o que verdadeiramente constitui a memória humana. De fato, a memória suplanta em muito o simples arquivamento de fatos. Memória é seleção, é arquivamento, mas também é esquecimento, por vezes até recalque, além de ser hierarquização (pois concedemos a eventos, lugares ou pessoas diferentes valores) e estratégias de organização e relacionamento entre as lembranças, resultando nas várias narrativas internas que compõem nossa história pessoal e os discursos mentais sobre aquilo que vivenciamos.
A Fé em Cristo transforma as vidas
Na madrugada do dia 12 de janeiro de 2011 testemunhamos o maior desastre natural do nosso país. As chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro devastaram seis municípios, deixando mais de mil mortos. Os deslizamentos que ocorreram durante a madrugada surpreenderam os moradores e destruíram casas, bairros inteiros, famílias inteiras. Ainda hoje, esses bairros estão em reconstrução.
O Cristão e o Meio-Ambiente
Nas escolas, nas organizações internacionais, nos governos, há algum tipo de abordagem sobre esse assunto. Mas, até que ponto o cristão deve preocupar-se e participar de ações que preservem o meio ambiente, com vistas às gerações futuras? É objetivo desse ensaio. Na medida do possível, procuramos embasar o pensamento nos princípios éticos da Palavra de Deus.






