Os questionamentos da alma dos que ainda não tiveram um real encontro com Cristo e não experimentaram da plenitude do conhecimento de Deus, constituem dilemas intensamente angustiantes, assaz, desesperadores. Muitas são as interrogações que brotam no íntimo de pessoas em todo o mundo, no que tange à sua sorte no porvir. Algumas dessas pessoas preferem tentar calar a voz de suas consciências escudando-se em mecanismos meramente humanos, e outras até a sombra de uma religião e por práticas humanistas de caridade. Esforços, ingentes são feitos por líderes religiosos e pelos protagonistas da falsa chamada ciência, para oferecer aos afl itos que carregam em suas fatigadas almas as perguntas que passaremos a expô-las aqui, todas extraídas da Palavra de Deus, e que nestes tempos representam a incerteza de muitos que ainda não têm a Cristo como seu único Salvador.
No evangelho de Mateus 19.25, encontramos a primeira pergunta
humana que abordaremos nestas breves considerações. A pergunta do precitado
versículo foi formulada pelos próprios seguidores de Jesus. Eles ainda não haviam
entendido que para Deus não há impossível (v. 26) assim perguntaram: “Quem
poderá, pois, salvar-se? Esta pergunta humana surgiu quando do encontro do jovem
rico com Jesus. O texto sagrado nos informa que o jovem também fi zera um questionamento
humano e pessoal ao Mestre, dizendo: “Bom Mestre, que bem farei, para conseguir
a vida eterna? (Mateus 19.16). Em primeiras considerações, o jovem adjetivado
como “rico”, pois que esta era a sua condição social, tinha em sua alma o vazio
que os seus bens materiais não preenchiam embora reconhecesse, de alguma forma,
a possibilidade de se conseguir a vida eterna. Mesmo tendo a perspectiva desta pretendida
vida, eterna, o apego às coisas temporais e valores terrenos, superou em grande
escala a motivação de sua pergunta ao Senhor Jesus. Não é isto que ocorre hoje
com muitas pessoas? Face à atitude do jovem diante das exposições das Sagradas Escrituras,
Jesus declara o que se lê no versículo 24 deste mesmo capítulo. A peremptória
assertiva de Jesus deixou os discípulos estupefatos surgindo logo a pergunta acima
colocada: “Quem poderá, pois, salvar-se?” Logo estaremos em um mesmo ato e declaração
espirituais, dando respostas a estas perguntas como as que a seguir apresentaremos.
Outra pergunta humana veio do anseio dos discípulos que queriam
saber mais acerca do destino da raça humana ou quiçá, agiam por mera curiosidade.
Eis a pergunta: “Senhor, são pouco os que se salvam?” (Lucas 13.23). Preocupação
com a humanidade sem Deus teria gerado inquietude nos seguidores do Divino
Mestre, já que O acompanhavam bem de perto e viam como Jesus se apresentava
movido de íntima compaixão pelas almas errantes, e se dispunha a ir a todas as
partes para lhes anunciar a salvação e operar os Seus poderosos milagres no fiel
cumprimento daquilo que o Pai Lhe havia encomendado em favor dos homens? O esforço
do Senhor Jesus traduzia para os discípulos algo muito marcante que despertou
neles o desejo de saber se são poucos os destinados à salvação. Esta indagação nos
nossos dias ocupa espaço em muitas mentes, quem sabe, pela incerteza de alguém,
se será ou não incluído entre os que se salvam. As perguntas acima colocadas foram
dirigidas a Jesus e suas respostas serão dadas juntamente com a que caberá a humana
pergunta do carcereiro de Filipos em Atos 16.30. Leia: “Que é necessário que eu
faça para me salvar?”.
As quatro perguntas que apresentamos acima, com certeza,
ainda hoje ocupam lugar nas mentes e sentimentos de muitas pessoas, algumas porque
ainda não alcançaram o verdadeiro conhecimento de Deus no que tange ao desejo que
Ele tem de salvar a todos os homens, por intermédio da fé no Seu Filho Jesus.
Já outras pessoas vivem sem qualquer parâmetro definitivo para suas vidas quanto
ao seu destino eterno. Algumas já fizeram de tudo que as religiões lhes orientaram
e foram até as raias do sacrifício pessoal em diferentes áreas de suas vidas, mas
infelizmente seus esforços em nada lhes ajudaram. O vazio continua e tudo que
lhes resta é fazer as perguntas aqui abordadas. “Quem, pois, poderá
salvar-se?”; “Que bem farei para conseguir a vida eterna?”; “São poucos os que se
salvam?”; “Que é necessário que eu faça para me salvar?”. Para estas perguntas e
outras muitas que brotam do interior de tantas pessoas, a Bíblia tem respostas precisas
que podem total e definitivamente produzir a paz e a segurança espirituais,
fatores que determinam a verdadeira felicidade, a todas as pessoas; isso só pode
ser encontrado na pessoa bendita do Senhor e Salvador Jesus.
Encerro estas linhas dizendo ao nosso leitor que a salvação ainda
está disponível e se quem nos lê carrega no seu âmago perguntas não respondidas
no tocante à vida eterna, creia no Salvador Jesus com todas as veras do seu ser
e desfrute das perenes bênçãos reservadas para os filhos de Deus. Que o bom
Deus ilumine a todos por Sua Palavra.
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