Em Uganda, um homem teve suas mãos decepadas por parentes muçulmanos. O ataque da família a Kalegeya Faruku, de 40 anos, foi uma retaliação à sua decisão de deixar o Islã e aceitar Jesus como Salvador, após ser evangelizado por um amigo cristão. “Entreguei minha vida a Jesus no início de março de 2026, e meus familiares não ficaram felizes”, relatou Faruku ao Morning Star News, portal britânico de notícias. “Eles ficaram muito zangados e começaram a me enviar mensagens ameaçadoras dizendo que tirariam minha vida”.
Em abril, Faruku voltou à sua casa para buscar seus
pertences e se mudar para um local mais seguro, mas foi vítima de uma emboscada
de seus parentes assim que chegou a seu antigo lar. “Encontrei meus irmãos me
esperando, como se já tivessem sido avisados. Meu irmão mais velho se aproximou
e fingiu perguntar onde eu estava. De repente, ele me agarrou e os outros me
cercaram”, narrou Faruku.
Em seguida, ele foi levado para o interior da casa, onde
teve suas mãos cortadas pelos seus familiares, enquanto esses recitavam escrituras
islâmicas. Os algozes ainda o transportaram por 5 km antes de o abandonarem
gravemente ferido, próximo a um cruzamento. Faruku foi socorrido por estranhos
que o conduziram aos cuidados médicos. “Agradeço a Deus por um estranho ter me
encontrado e dado o alarme. As pessoas vieram e me levaram às pressas para uma
clínica próxima para receber atendimento médico”, explicou.
Segundo o pastor auxiliar de uma igreja a qual Faruku vinha frequentando,
o pai dele, Lubega Issa, justificou o ataque, “É isso que a sharia [lei
islâmica] nos instrui fazer com aqueles que negam a religião de Alá”, relatou.
Recentemente, outros casos semelhantes foram denunciados em Uganda, com
evangelistas, pastores e pregadores sofrendo emboscadas e ataques por
extremistas islâmicos.
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