Ideologia, idolatria, polarização e fé cristã

Ideologia, idolatria, polarização e fé cristã


Reconhecemos que nossa análise dos fatos está contaminada desde a queda, o que nos deixa suscetíveis aos discursos ideológicos. Aproximamo-nos de Cristo em total dependência, para buscar nEle a resposta para uma vida em sociedade que seja pacífica e justa

Nos dias em que viveu a rainha Esther, a denúncia levantada contra os judeus, ao mesmo tempo em que os acusava, reconhecia neles uma marca distintiva fundamental: tratava-se de um povo que não era regido pelas leis dos persas, mas que vivia segundo suas próprias leis (Ester 3.8). Um povo distinto por sua fé, por suas leis internas, por sua forma de proceder, muito embora vivendo e estando sujeito às regras impostas pelo Império Persa. Um povo determinado a agradar ao seu Deus, chegando mesmo à disposição de sofrer danos pessoais e coletivos diante de qualquer imposição que viesse a contradizer a fé e a aliança estabelecidas com Aquele que reconheciam como seu único dono, criador, redentor e rei.

A postura dos judeus exilados na Pérsia pode muito bem representar a nossa diante dos poderes existentes. O cristão reconhece o domínio de Deus sobre o governo humano e aceita o estabelecimento das autoridades como resultado de Sua vontade soberana. Recebe e busca cumprir a ordem de orar pelas autoridades, especialmente no sentido de que haja a paz necessária para que a pregação do Evangelho não seja prejudicada.

Na Palavra e em sua pregação está o foco da Igreja. Afinal, a Palavra é viva e é a expressão do caráter e da vontade de Deus. Ao pregá-la, a igreja torna-se voz emanada desde os céus, levando liberdade aos cativos e luz às trevas, consolando os corações e apregoando a salvação eterna para todo o que vier a crer na graciosa oferta do sangue derramado na cruz. A Igreja não está iludida pela Teologia do Domínio, apregoando uma inserção nos vários nichos com os quais organiza-se a sociedade civil, no intuito de promover uma mudança a partir das estruturas existentes. A Igreja não se deixa enganar pelas propostas de um futuro glorioso para a Terra a partir dos esforços humanos. O projeto “Torre de Babel” não atrai a Igreja. O projeto “façamos para nós um nome” não a ilude, bem como as cantilenas exaustivamente repetidas de que devemos “deixar nossa marca” ou “marcar a nossa geração”; isso não a encanta. A Igreja prefere trazer em si as marcas de Cristo, pregar Sua mensagem e promover uma mudança que acontece dentro de cada coração, um por um, com repercussões na sociedade como um todo, mas sem que seja esse seu principal objetivo.

O percurso, aparentemente pacífico, requer de­finições e levanta divergências quanto à fé e quanto ao proceder como pessoas de fé. O importante é lembrar a afirmativa do Mestre diante da moeda romana e da exigência do tributo devido: “Dai a César o que é de César”. A moeda trazia a efígie, a imagem de seu possuidor. A ele, portanto, era devida. Ora, quem carrega a imagem de seu possuidor, para podermos declarar que pertence a Deus? A resposta é clara: trata-se do homem. O homem, formado à imagem de Deus, pertence a Deus. Jesus não está fazendo distinção entre moedas e moedas, mas entre imagem e imagem. Ainda que os homens cobicem o ouro, Deus requer as vidas humanas, tesouro seu do qual não abre mão. “A Deus o que é de Deus”, a Deus aquilo que carrega a Sua imagem. O projeto supremo de Deus é a salvação de ricos e de pobres, de pessoas de direita e de esquerda, de partidários e de suprapartidários, importando-se com todos, remindo para Si um povo, separando-os dos demais, santificando-os para Si, fazendo distinção, pelo uso da espada de Sua Palavra. Os separados por Deus tornam-se partícipes de um Reino Eterno, regido por um Rei Eterno, cujos integrantes apenas por um tempo peregrinam na Terra.

A Palavra viva no coração de cada fi­el prepara-o e capacita-o para ser um cidadão integrado, consciente de seus deveres e atuante na vida social. Tal resultado advém da pregação da Palavra. Ora, se pregamos a Palavra, aos vivos a pregamos, o que nos leva a desejar e trabalhar pela preservação da vida em todas as suas fases, em todas as suas formas e em qualquer lugar. O alcance do Evangelho leva o nascido de novo a repudiar qualquer preconceito, étnico, linguístico, regional, sexual ou comportamental, seguindo o exemplo de Jesus e procurando estender a mensagem da salvação e a oportunidade de vida a todos, sem distinção, pela profunda fé em que cada homem precisa ter a oportunidade de viver de modo digno e de ter à disposição os recursos necessários para seu pleno desenvolvimento. A perda da dignidade de um ser humano ofende o Criador, é injustiça diante dos Céus e deve movimentar a Igreja no sentido de oferecer respostas à miséria em todas as suas formas. A Igreja respeita a vida humana em sua integralidade, espírito, alma e corpo, e isso desde o ato da fecundação.

A Igreja não se reconhece como militante pela Terra, mas é militante pelos Céus, o que torna sua ação mais abrangente e verdadeira. A Igreja compreende que os fihos de Adão, mesmo colocados em jardins, cometerão os mesmos erros de seus pais, a não ser que sejam revestidos do novo Adão, Jesus Cristo, pelo novo nascimento. O foco, portanto, não está no jardim ou deserto, mas no homem que nele está. Por sua postura e fé, a Igreja distingue-se da sociedade em que vive, qualquer que seja ela, estando ela debaixo de qualquer regime, pois a Igreja ousa ser diferente, aproximando-se de Cristo, sem se importar que a reconheçam como um povo que “tem suas próprias leis”.

Fé ou ideologia?

Eventos políticos ainda recentes afetaram, em muitos lugares, o bom convívio dos santos, no interior de suas comunidades, de tal maneira que algumas chegaram, tristemente, à divisão. Outras não passaram por divisões formais, mas mergulharam em debates através das redes sociais de forma polarizada, inflamando-se em convicções e chegando mesmo a proferirem ofensas mútuas através das mídias. Para embasar suas opiniões, tornou-se comum o uso de versículos bíblicos fora de contexto, e de conceitos equivocados sobre a cosmovisão cristã, reduzindo-a à condição de uma ideologia lícita em detrimento de outras, consideradas não bíblicas e até mesmo satânicas. Daí para o sectarismo rapidamente se caminhou. Se aquilo que eu defendo está em oposição ao meu irmão, fi­ca fácil desquali­cá-lo, com consequente ruptura da comunhão e do entristecimento do Espírito Santo.

Mas, o que vem a ser uma ideologia, e que poder é esse que chega a dividir uma sociedade ­firmemente fundada em sua fé, reduzindo-a a nichos político-ideológicos, fragmentando-a e fomentando partidos e inimizades? Para não fazermos um exaustivo exame histórico, examinemos as colocações de alguns autores que discorrem sobre o tema.

Para Marilena Chauí, em sua obra O que é ideologia (2008), coexistem as classes dominante e dominada e, para que a relação de poder se mantenha, torna-se necessário um discurso que a legitime, assim a ideologia serve para “ocultar a realidade, e que esse ocultamento é uma forma de assegurar e manter a exploração econômica, a desigualdade social e a dominação política” (p. 7). Ocultar e maquiar através de uma narrativa, este seria o papel da ideologia, preservando interesses particulares de quem esteja no poder. A ideologia seria o fator de convencimento da necessidade e da justiça de tudo que esteja sendo feito. John Thompson (2000) também discorreu sobre o tema, em seu estudo Ideologia e Cultura Moderna, onde pontuou os modos de agir ideológicos, a saber: 1. A legitimação, quando, através de uma narrativa, tenta-se convencer a população de que os valores expostos são universais; 2. A dissimulação, quando se procura minimizar fatos, deixando de atribuir importância a eventos, por vezes catastróficos; 3. A unificação, quando o discurso torna-se emotivo, usando símbolos e relatos que levem a população a sentir-se parte de um todo único, com signi­ficado histórico e de cunho emocional; 4. A fragmentação, quando é necessário separar-se e atacar qualquer outro grupo que pense de forma diferente; 5. A rei­ficação, quando são rea­rmados, como sendo lógicos, conceitos que bene­ficiem o discurso (determinada etnia é superior, determinado sexo é inferior, determinado grupo não tem condições de votar...). Tanto Chauí quanto Thompson reconhecem o discurso como principal meio para a manutenção das ideologias. A grande alteração no processo deu-se pela maneira como as modernas mídias sociais fomentaram esses discursos.

A partir da superalimentação dos vieses ideológicos através das mídias chegamos a uma condição antes não imaginada de polarização política. A polarização acontece quando grupos ideologicamente opostos estão em confronto, cada um deles procurando legitimar-se, uni­ficar seguidores, reifi­car conceitos, mesmo que através de dissimulação (com uso de metáforas, eufemismos, deslocamento e manipulação de dados), e mesmo à custa da fragmentação social que chega a atingir os núcleos familiares.

Ao nos referirmos a tais posturas extremadas de polarização, não estamos nos referindo aos partidos políticos. Pelo contrário, num ambiente saudável, os partidos têm a função de selecionar candidatos, reconhecendo os habilitados para a cena pública, apresentando-os ao público por suas quali­ficações, tanto morais quanto administrativas, dentro, é claro, da linha ideológica que abracem. A mídia, igualmente, serviria para apresentar, de forma clara e precisa, as informações necessárias ao povo, para que possa fazer suas escolhas. Além da organização partidária e da mídia, também os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário atuariam conjuntamente para o equilíbrio de todo o processo, legitimando ou não pessoas, ações e discursos, visando à manutenção dos valores pátrios, estabelecidos na Constituição. Quando esse equilíbrio é rompido, mídia, políticos e poderes entram em conflito, dando mais campo para que o extremismo ideológico se implante numa polarização que pode levar à ascensão de regimes ditatoriais ou a conflitos civis.

O ódio é um elemento da polarização. À medida em que nos fragmentamos, mais desejável é interagir apenas com aqueles que “falam a mesma língua”, ao mesmo tempo em que deixamos de ouvir as demais vozes. Tornamo-nos sectários, impacientes do outro e, até mesmo, belicosos – alguns chegam a desejar a morte, como punição “justa” de Deus a algum de seus inimigos.

Ideologia e idolatria: Jezabel e sua doutrina

Podemos dizer, à luz de 1 Reis 21, que Nabote sofreu dois tipos diferentes de abordagem quanto ao assunto da vinha que possuía. Na primeira delas, vemos o rei Acabe cobiçando aquelas terras férteis para transformá-las numa horta. A vinha crescia ao lado do palácio e, certamente, vivia seus ciclos naturais, alternando períodos de intensa produção de folhas com períodos de “dormição”, quando as folhas caem e a videira apresenta uma aparência quase que de morte. O estabelecimento e a manutenção de um vinhedo é um processo trabalhoso e demorado, que agrega valor à plantação, transformando-a num símbolo de prosperidade e elevando-a à condição de um patrimônio familiar. O coração de Acabe, no entanto, desejava uma horta. Com todo o valor que um cultivo dessa natureza possa ter, não se equipara ao de uma vinha. Seria compreensível investir em plantar uma vinha no lugar de uma horta, jamais fazer o oposto. O projeto imediatista do rei não mensurou valores, apenas desejou o paisagismo rápido ao pé de seus muros. O confronto entre os dois proprietários é direto e mais direta ainda a resposta de Nabote: não dou, não troco e não vendo a vinha que meu pai me deu.

A segunda abordagem é menos direta. Jezabel, fi­lha do rei de Tiro e, portanto, sacerdotisa de Baal, estava acostumada a agir no meio político e religioso, onde multiplicavam-se as narrativas, o uso dos poderes estatais, a legitimação do erro e a dissimulação. Nada ela opera de maneira direta, mas através do uso dos estratos sociais existentes. Conforme o livro do Apocalipse nos adverte (Apocalipse 2.24), trata-se de uma doutrina, de um modo de crer e de proceder. Jezabel comanda homens, envia cartas com o selo real (faz uso da autoridade vigente), ordena que se levantem falsas acusações contra Nabote, aciona falsas testemunhas e manipula os juízes para um julgamento cujo ­fim está predeterminado. Nabote é condenado e morto. Jezabel, agora, possui a vinha, mas não possui o caráter inegociável de Nabote.

Jezabel estava acostumada à idolatria. Embora muitos entendam tal pecado como a reverência a imagens, o conceito alcança um sentido mais profundo, pois abarca tudo o que se coloque no lugar de Deus, inclusive o próprio homem. Dessa forma, quando alguém crê em si mesmo ou em outro ser humano como veículo único para a solução de um problema, já está instalada a postura idolátrica. A Jezabel idólatra não entendia como o fraco Acabe não via em sua posição a resposta para possuir um pequeno pedaço de terra. Ela, com acesso aos meios institucionais, resolveria por si mesma o problema. Jezabel não era apenas servidora do ídolo Baal, ela era um ídolo para si mesma. O idólatra não necessita de uma imagem para o sê-lo – o idólatra é, primeiramente, seu próprio ídolo.

Quando o discurso ideológico promove soluções messiânicas, levantando homens como respostas para os problemas sociais, estamos tratando com a idolatria. Alguns estudiosos da sociologia declaram ser a ideologia apenas a nova face da idolatria. Sem radicalizar, é necessário caminhar com cautela por esses territórios. Também é necessário ter em mente que Nabote não saiu derrotado do confronto. Contra uma doutrina, a arma mais forte é o não engajamento. Nabote não agiu conforme Jezabel agiria, não sucumbiu diante das acusações falsas e, sobretudo, guardou a herança de seu pai. Temos visto verdadeiros “nabotes” resistirem ­firmemente em seus princípios diante de seduções e de ameaças, desviando-se do mal, mesmo quando ele se apresenta na forma de benefícios que lhes seriam oferecidos apenas se cedessem um pouco em sua fé.

Polyane Roque (Programa de Tutoria Avançada, 2022) resumiu a questão idolátrica defi­nindo: “As idolatrias são absolutizações de algum aspecto da realidade em detrimento do outro, fazendo o ser humano se agarrar com força religiosa a algum movimento, ou alguma pessoa, ou algum âmbito da realidade. Isso passa a funcionar como seu deus, dirigindo as suas escolhas, avaliando aquilo que é bom e o que é mal, fazendo e ditando as prioridades da sua agenda pública, funcionando como sua própria divindade, reivindicando para si devoção, adoração e fi­delidade”.

O cristão precisa compreender sua fé como suprapartidária e supraideológica, sem jamais fugir de seus deveres diante dos vários papeis que exerce na vida social. Somos pais, mães, ­filhos, pastores, líderes, leigos, profissionais das mais diversas áreas e, em todas as áreas e papeis, não nos despimos da fé para nos tornarmos outros indivíduos em outros campos. O cristão não pode ser contraditório. Ele precisa conhecer a vontade de Deus acerca da família, da liberdade religiosa, da preservação da vida, da santidade do sexo, do flagelo das drogas, do terror da violência, da injustiça, da miséria e da fome. O cristão precisa refletir sobre tais temas, à luz da Bíblia, tomando suas decisões, tendo cuidado redobrado em tempos de eleições, quando políticos assumem a aparência de concordarem com princípios que nos são caros apenas para angariar votos. Sobre os votos, o cristão de maneira alguma fará dele meio para obter qualquer tipo de ajuda monetária ou assistencialista. A dignidade de um cristão é inegociável. O tesouro concedido por Deus, através de Jesus Cristo, ou seja, a salvação, gera no homem um caráter transformado, não vendável, que tem prazer na Palavra dAquele que o salvou e na comunhão com outros igualmente salvos e transformados.

Idolatria e polarização

Podemos iniciar esse tópico perguntando: o quanto vale a vinha? De outra forma, questionaríamos: o quanto desejamos preservar a unidade do Corpo de Cristo, a vinha que o nosso bom Pai nos concedeu? Valeria a pena trocar a bênção ordenada de que fala o Salmo 133 pela defesa cega de nossas convicções? Devo fazer do ambiente de culto e comunhão um lugar de embates de certezas políticas? Seria o altar um lugar apropriado para levantar bandeiras outras que não sejam a adoração ao Deus Vivo?

Alguém pode apontar a necessidade de se apresentar ao povo pessoas de dentro da comunidade política que cooperem com os trabalhos locais. E, é preciso reconhecer, alguns conseguem, com equilíbrio e isenção, mencionar sem exaltar os governantes ou pretendentes que estejam presentes em um culto a Deus, guardando a santidade do púlpito e evitando palavras que comprometam a comunidade eclesiástica. As ovelhas são indivíduos livres e farão suas escolhas. Os pastores, revestidos de sabedoria e graça, procurarão com afinco evitar que os males consequentes da polarização ideológica atinjam o rebanho.

David Koysis, PhD em estudos governamentais e internacionais pela Universidade de Notre Dame e autor de Visões e Ilusões Políticas (VIDA NOVA, 2021), em entrevista oferecida à Agência Adventista Sul-Americana de Notícias declarou: “os seguidores das ideologias criam um deus a partir de algo criado, deixando de adorar o Deus verdadeiro e de expressar gratidão pelos bens criados que Ele nos deu. Porém, mais do que isso, as ideologias contam uma história de redenção – de como nós, seres humanos, vamos nos salvar de algum mal percebido, seja um domínio estrangeiro, desigualdade de classe, governo ou opressão por uma autoridade externa de algum tipo. Raramente os seguidores das ideologias examinam seu próprio coração para ver se eles mesmos podem assumir a responsabilidade pelos males do mundo. Esta é uma das principais razões pelas quais as ideologias levam ao conflito”.

Sobre a polarização gerada pelas ideologias, o mesmo autor afirma: “Mesmo quando afirmamos pertencer a Cristo, inevitavelmente nos deixamos cativar pelas histórias que essas ideologias nos contam. Nossos corações ­ficam divididos quando deveriam estar unidos em lealdade ao reino de Deus. A única maneira eficaz de romper essa polarização é olhar para dentro de nossos próprios corações e determinar se nossa lealdade ao reino de Deus é genuinamente sincera ou se depositamos nossa fé em algo em Sua criação”.

Conclusão

Reconhecemos que nossa análise dos fatos está contaminada desde a queda, o que nos deixa suscetíveis aos discursos ideológicos. Aproximamo-nos de Cristo em total dependência, para buscar nEle a resposta para uma vida em sociedade que seja pací­fica, justa, acessível a todos e que propicie a cada cidadão a oportunidade de manifestar sua fé e sua vontade, guardado o respeito pelo seu próximo de também assim se manifestar. Ao buscarmos soluções em Cristo, deixaremos de reconhecer no homem – mesmo em se tratando de nós mesmos – o poder ou a capacidade de ser e personifi­car solução que esperamos. Permaneçamos nEle, na Palavra, e guardaremos a herança de sermos um povo unido e distinto dos demais povos, livres para Deus.

Referências bibliográficas

ARGON, Alexandre e GONÇALVES, Patrícia. Ideologia e polarização política no Brasil: origens, causas e consequências. Revista Humanidades em Perspectivas, Curitiba, 2022.

BÍBLIA SAGRADA, ARC.

CHAUÍ, Marilena. O que é Ideologia? São Paulo: Brasiliense, 2008.

EVARISTO, Filipe e MARTINS, Edson. A idolatria política na igreja cristã brasileira, Curitiba, online, 2022.

KOYZIS, David T. Visões e ilusões políticas: uma análise crítica cristã das ideologias contemporâneas. São Paulo. Vida Nova, 2021.

_______ Entrevista concedida à Agência Adventista Sul-Americana de Notícias.

ROQUE, Polyane. Programa de Tutoria Avançada, 2022.

THOMPSON, J. B. Ideologia e Cultura Moderna. Petrópolis: Vozes, 2000.

por Sara Alice Cavalcanti

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